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Tópico: Banco Central atua três vezes, mas dólar sobe 2,45% e fecha cotado a R$ 2,259

  1. #1
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    Post Banco Central atua três vezes, mas dólar sobe 2,45% e fecha cotado a R$ 2,259


    20 de junho de 2013 | 9h38

    Agência Estado
    Texto atualizado às 16h40
    LONDRES – O Banco Central interveio três vezes no mercado de câmbio nesta quinta-feira, 20, mas só conseguiu diminuir o ritmo de alta do dólar. A moeda americana chegou a bater em R$ 2,27 e, depois das atuações do BC, desacelerou os ganhos e fechou em alta de 2,45%, a R$ 2,259. É o maior nível desde 1º de abril de 2009.
    A alta da moeda reflete o discurso do presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, que na quarta-feira esclareceu a posição do banco central norte-americano em relação ao futuro de sua política de estímulos.Depois de o Fed manter sua política monetária inalterada, Bernanke disse que a instituição deve começar a reduzir suas compras de ativos este ano se a economia dos EUA continuar mostrando sinais de recuperação.
    Ele disse ainda que o processo será gradual e que a retirada total dos estímulos pode ser completada em meados de 2014. Bernanke ressaltou, no entanto, que a política do Fed não é pré-determinada e que o banco continua disposto a ajudar se a perspectiva econômica mudar.
    “Isso é péssimo para a inflação”, alerta Fabio Silveira, diretor de pesquisa econômica da GO Associados. “Por mais que caia o preço de commodities no mercado internacional, isso é inflação na veia”, acrescentou. Para ele, o BC enfrenta hoje um cenário conturbado e a saída não é simples. “Parece claro que o plano do BC era subir a Selic e deslocar a banda do dólar para R$ 2,10 ou R$ 2,15. Mas isso está se mostrando insuficiente, porque o capital não está vindo”, disse.
    Leilões do BC. Primeiro, o Banco Central vendeu o lote integral de 60 mil swap cambial atrelado à Selic (que corresponde à venda de dólar no mercado futuro), com 2 vencimentos, equivalentes a US$ 2,986 bilhões.
    A manobra não conseguiu conter a alta da moeda e o BC anunciou mais dois leilões de compra de dólares com recompra por volta de 12h15, no valor total de US$ 3 bilhões.
    A instituição não realizava esse tipo de operação (venda de dólares com recompra de moeda estrangeira) desde dezembro do ano passado. Naquele mês, foram vendidos US$ 5,5 bilhões com compromisso de recompra em data posterior.
    Antes dos dois últimos leilões, o Banco Central consultou mesas de câmbio para avaliar a demanda por dólar, segundo um operador de uma corretora dealers do Banco Central.

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  2. #2
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    'Temos bala na agulha', diz Mantega

    Ministro da Fazenda afirma que o governo tem reservas internacionais e 'dólar em carteira' para conter o excesso de volatilidade na cotação do real

    20 de junho de 2013 | 2h 08

    Adriana Fernandes, Renata Veríssimo e Laís Alegretti - O Estado de S.Paulo
    BRASÍLIA - Diante da disparada do dólar, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, avisou que o governo tem "bala na agulha" para enfrentar a turbulência do mercado de câmbio e assegurar que a moeda norte-americana não flutue mais no Brasil do que em outros países nesse momento de instabilidade no mercado financeiro global. O ministro disse que o Banco Central e o Ministério da Fazenda estarão atentos para evitar "exageros" de volatilidade no câmbio.
    Veja também:
    Alta do dólar traz malefícios ao consumidor
    Banco Central deve continuar a atuar no câmbio
    Compras parceladas da moeda evitam que o turista pague caro

    Pouco depois de o FED, o banco central dos Estados Unidos, indicar que vai moderar os estímulos ao mercado - movimento que reforçou a valorização do dólar - Mantega disse que a situação está sob controle e que a instabilidade será passageira até o dólar se acomodar em outro patamar. A visão otimista sobre a instabilidade contrasta com a do presidente do BC, Alexandre Tombini, que na terça-feira previu "trepidações" no mercado de divisas.

    "Temos muita bala na agulha. Temos muitas reservas, como nunca tivemos antes, e dólar em carteira", afirmou o ministro da Fazenda.
    Novo câmbio. Internamente, a equipe econômica avalia, segundo fontes ouvidas pelo Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, que é difícil prever o novo patamar de equilíbrio da taxa de câmbio, mas considera que é normal que o mercado neste momento de estresse vá mais longe do que os fundamentos econômicos do País indicam.
    Apesar de o dólar ter superado R$ 2,20 e fechado ontem no maior patamar desde abril de 2009, o ministro minimizou o risco de contaminação do processo de valorização do dólar na inflação. Esse, no entanto, é um temor que tem alimentado as incertezas em relação à economia brasileira, o combate da inflação e a política de juros.
    Pressão. Segundo Mantega, se a valorização do dólar não perdurar e "amainar", não haverá efeito sobre a inflação no Brasil. "De qualquer forma, estaremos atentos e tomando todas as medidas necessárias para que a inflação permaneça sob controle, como ela está", disse.
    O ministro reconheceu que a valorização cambial causa alguma pressão inflacionária adicional, mas reforçou que se ela for passageira, ela se diluirá. "Mesmo porque todo mundo já comprou insumos no mercado futuro. As compras estão sendo efetuadas pelos preços mais antigos", disse. Ele reafirmou que a inflação está sob controle e que, em junho, será menor do que em maio. "O importante é que está menor a cada mês."
    Mantega evitou avaliar os efeitos das novas sinalizações do presidente do FED, Ben Bernanke, na economia brasileira. Ele disse que será preciso pelo menos 24 horas para que haja uma interpretação da decisão de ontem do banco central dos Estados Unidos e uma nova avaliação da velocidade da redução dos estímulos.
    Para Mantega, ainda não está claro em que velocidade isso vai acontecer.
    "O que já aconteceu nesses últimos 30 adias foi um aumento da aplicações em dólar e uma saída de capitais dos emergentes em direção a aplicações em dólar", disse. Mantega ressaltou que a fala do Fed, é muito enigmática. "Não está claro, de modo que hoje (ontem) o mercado está reagindo", disse. (Colaborou Ricardo Brito)

    'Temos bala na agulha', diz Mantega - economia - versaoimpressa - Estadão
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  3. #3
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    Legal o Post.. . Vamos torcer pq não ta tão fácil como descrito mas enfim...

  4. #4
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    Citação Postado originalmente por Marcos.Lins Ver Post
    Legal o Post.. . Vamos torcer pq não ta tão fácil como descrito mas enfim...
    bala na agulha enquanto o banco central norte americano se manter firme injetando dinheiro na economia o dólar vai continuar subindo no máximo o governo pode criar medidas para diminuir um pouco mas o dólar deveria estar em no máximo 1,90 o governo brasileiro que não esta levando a inflação a serio ele estão empurrando com a barriga o problema como ele sempre faz na hora que isso ficar maior que eles podem conter já era
    Última edição por lucasfong; 21/06/2013 às 11:28.

  5. #5
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    Dólar tem que ficar em 1,80 a 1,93 no máximo...

  6. #6
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    Citação Postado originalmente por Alberto Leônidas Ver Post
    Dólar tem que ficar em 1,80 a 1,93 no máximo...

    somente quando os estímulos do governo americano na economia pare ai talvez vejamos isso ate la duvido muito

  7. #7
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    Guido Mantega provou em declarações anteriores sobre a alta (TETO) da inflação, que está ali apenas ocupando o cargo que lhe fora dado.
    E ainda continua a dar previsões furadas referente a economia.
    Francamente, eu , Carlos Alberto Sademberg, e a maioria dos economistas do país não sabemos o que faz ali aquele homem, em um posto de extrema importância para a economia do Brasil.

  8. #8
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    Realmente se eles ficarem empurrando com a barriga na hora que o trem pegar fogo já vai ser tarde demais

  9. #9
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    Citação Postado originalmente por juninhong Ver Post
    Realmente se eles ficarem empurrando com a barriga na hora que o trem pegar fogo já vai ser tarde demais

    quem for protestar hj faz cartas pra tirar esse cara do posto

  10. #10
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    tah na hora desse dolar do caramba baixa.. senao fica fodisssss

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